Observações sobre tudo e sobre coisa nenhuma
11.10.09

Tal como meio mundo, também eu não percebi a entrega do Nobel da Paz ao Barack Obama.

 

sinto-me:
link do postPor costela de adão, às 18:25  para dizerem algo

De Marafadinha a 12 de Outubro de 2009 às 10:53
Lembra-te:
"yes, he can!"


De costela de adão a 12 de Outubro de 2009 às 19:31
He can, but it could be later. Agora é too soon. Bjk

De S a 14 de Outubro de 2009 às 12:23
eu entendo a entrega do prémio, pelo passado dele, pelo que simboliza, pois ele próprio por ter sido eleito presidente dos estados unidos simbolizou mudança, um novo começo, mesmo paz, mas é só a minha opinião.

De costela de adão a 15 de Outubro de 2009 às 21:52
Se o prémio fosse entregue mais tarde, depois dele ter oportunidade de mostrar mais, compreendia. Neste momento, quando ainda não passou um ano da sua eleição, parece-me prematuro. :-)

De S a 16 de Outubro de 2009 às 00:20
Sim, se calhar é mesmo prematuro, mas gostei que tivesse recebido.

De Dylan a 20 de Outubro de 2009 às 00:02
O Nobel da Paz tem características diferentes dos restantes prémios atribuídos pela Academia Sueca. Desde logo, é atribuído em Oslo por um comité independente norueguês, laureando alguém ou alguma entidade que se distingue pela capacidade de resolver diplomaticamente diversos problemas, independentemente de ficarem concluídos ou não. Foi assim com Jimmy Carter, é agora assim com Barack Obama. Porque privilegia o diálogo e o bom senso entre os povos, porque ele próprio é o resultado da esperança e do sonho: ter sido o primeiro presidente afro-americano da história dos EUA. Um exemplo do idealismo norte-americano, ainda hoje cobiçado, abraçando causas como os Direitos Humanos e trabalhando internamente para um plano de reforma do sistema de saúde. Com Obama, voltaram as preocupações com o meio ambiente, com o desarmamento nuclear, com a desmobilização do Iraque e com a possibilidade do fim do embargo a Cuba. Apressou-se a condenar o golpe de Estado nas Honduras e a normalizar as relações institucionais com a Rússia, não esquecendo a tentativa de cativar o mundo árabe ao admitir a criação do Estado da Palestina , fundamental para a paz no Médio Oriente.

Negar isto, em menos de nove meses, é cair no discurso dos conservadores norte-americanos e de parte da esquerda europeia, recheada de tiques estalinistas.




De costela de adão a 22 de Outubro de 2009 às 22:55
Antes de mais, obrigada pelo teu comentário num texto útil, não só para a dona deste blog mas também para quem o visita. Todas as participações, que venham por bem, são bem-vindas. Também eu, há quase um ano fiquei contente com a eleição do Barack Obama, pelo homem e pelo que essa vitória representou. Tudo o que mencionas no teu comentário é verdadeiro. Apenas acho que se poderia aguardar um pouco mais antes de lhe entregar este prémio, sem que isso signifique que tenho uma queda para o lado conservador. Volta sempre!

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