Observações sobre tudo e sobre coisa nenhuma
22.5.09

                         

 

Dizer o quê mais?

 

 

sinto-me:
música: Another brick in the wall
link do postPor costela de adão, às 21:52  o que se disse (7) para dizerem algo

27.4.09

Há algum tempo atrás foi notícia o facto dos elementos da ASAE (essa entidade, cujos operacionais julgam viver no farwest  - acho que a sua intervenção é necessária em muitos casos, mas abusiva em tantos outros) agiam por objectivos: levantar x autos de contra-ordenação, conseguir encerrar y estabelecimentos, etc, etc. Hoje ouvi a notícia de que os elementos das forças policiais também funcionam por objectivos e deverão prender um determinado número de indivíduos até ao final do ano. Dado o Código Penal em vigor, tenho dúvidas se o conseguirão. Nos dias que correm é possível cometer tantos crimes barra pesada (como dizem do outro lado do Atlântico) sem sequer ficar em prisão preventiva. A menos que vão atrás desses grandes criminosos que copiam cd's, dvd's, fotocopiam livros e outras coisas do género. Sim, porque ter os cidadãos a viver num clima de instabilidade e insegurança não é motivo de alarme, agora copiar ou possuír uma cópia do último cd dos U2, isso é que não, essa malandragem que o vá comprar! Por causa disso até já estão a treinar cães para farejarem material copiado. Dado o ridículo da situação, se não fosse dramático e preocupante, isto até seria cómico. Por outro lado, também me intriga saber o que vão fazer caso atinjam o patamar pretendido - dar rédea solta ao resto do pessoal?

sinto-me:
link do postPor costela de adão, às 22:37  o que se disse (2) para dizerem algo

25.3.09

Será que não há mais nada mais importante para os portugueses do que o Benfica-Sporting de Sábado passado?

sinto-me:
link do postPor costela de adão, às 22:39  o que se disse (1) para dizerem algo

11.9.08

Há dois dias um homem atingiu outro com três tiros dentro da esquadra da PSP de Portimão. A vítima foi hospitalizada com gravidade. O outro senhor foi posto em liberdade com termo de identidade e residência. Está visto que atingir uma pessoa com três tiros dentro de uma esquadra de polícia não cumpre os requisitos mínimos obrigatórios para ser decretada prisão. Com todo o respeito por quem está a sofrer vítima deste ou outros ataques, a situação é ridícula e escandalosa.  A entrevista da Judite de Sousa ao Ministro da Administração Interna, Rui Pereira, deveria ter aguardado uma semana; gostava de saber o que o MAI tem a dizer sobre isto. Provavelmente nada, que foi o que disse na semana passada.

link do postPor costela de adão, às 23:17  para dizerem algo

11.6.08

O Euro 2008 está aí. A euforia em torno da selecção faz lembrar o 2004 quando Portugal acolheu este evento desportivo. A nossa selecção não podia ter começado melhor com uma vitória – justa, por 2-0 – contra a Turquia.

Hoje é a vez de defrontarmos a República Checa, a bola já rola e estamos empatados 1-1. Durante 90 minutos o país pára para celebrar, cantar, apoiar, chorar, no fundo para viver, as emoções do futebol. Neste momento a selecção nacional é a única coisa que une os portugueses e nos faz sentir orgulho no País.  A selecção faz esquecer os problemas que o país atravessa. Enquanto joga a selecção esquecemo-nos do protesto dos camionistas e de todas as consequências que o mesmo está a causar: falta de combustíveis e mais importante – e que nos afecta a todos – falta de alimentos frescos.

A situação do País apresenta-se difícil. No que respeita aos combustíveis o problema não nacional, mas geral. O nosso problema é termos uma carga de impostos mais pesada e um nível de vida inferior ao dos nossos vizinhos espanhóis, que por estes dias também se manifestam nas estradas.

O direito à greve existe. As razões dos camionistas poderiam ser consideradas válidas mas no caso dos patrões - que são quem está a fazer a greve - , a greve é ilegal. Ou seja, as estradas e o país estão sujeitos a um grupo de senhores que ainda que considerem ter fundamento para as suas acções, a verdade é que estão a agir contra a lei.

Outra coisa que não compreendo é o comportamento dos piquetes de greve que apedrejam, incendeiam camiões, destroem mercadorias e ameaçam os colegas que não aderem à greve. É nos actos de violência e irracionalidade que as razões (que se julguem ter) se começam a perder. E o que também se começa a perder é a sensação de liberdade; não gosto de me sentir refém, nem de sentir o País refém da vontade destes homens (apesar das suas motivações). Já 2 vidas se perderam nestes protestos – uma em Portugal e uma em Espanha – será necessário? A culpa é de todos, de quem se atira para a frente de um camião, de quem não calcula a distância, os dois pensando que o outro vai ceder. É preciso que se encontre uma solução, é preciso que o Governo tome uma atitude ou o País pára.

Mas agora é tempo de intervalo para o futebol; o País segue dentro de momentos.     

 

 

link do postPor costela de adão, às 17:25  o que se disse (1) para dizerem algo

2.4.08

Os meninos nascem fofinhos e queriduchos. Os papás dos meninos dão muito miminho aos meninos. Os meninos vão crescendo, comportam-se mal, os pais riem e aplaudem o génio e o temperamento difícil da criancinha "este ninguém há-de comer por parvo", "o puto é reguila, eh eh" , "uff tem cá um feitiozinho!" permitindo, aceitando e encorajando as birras e os gritos, considerando-as normais. Os meninos crescem sem valores, sem moral, sem respeito ao próximo (no meu tempo qualquer adulto merecia tanto respeito como pai e mãe), muitos sem respeito por si mesmos e hoje acham que a escola é um recreio e as aulas decorrem nos intervalos. Os papás continuam a passar a mão na cabeça da sua criancinha, que ela é muito boazinha e se por acaso leva uma reprimenda ou castigo de um professor (hoje parece que é ao contrário, os alunos castigam os professores - modernices) isso foi uma grande injustiça do/a sr/a professor/a que há-de ter o que merece quando for apanhado/a a jeito. Quem é que estes professores pensam que são para mandar calar os alunos que falam nas aulas, não permitirem o uso de telemóvel na aula - que crueldade - e debitarem outras tantas proibições incompreensíveis? Com a conivência dos pais os meninos tornam-se insuportáveis, provavelmente no caminho da marginalidade (levam já uma boa bagagem) e eu que não andei no secundário há tantos anos atrás pergunto-me se estes são os homens de amanhã, que adultos vão ser, o que é que o amanhã reserva? Esta é que é a verdadeira geração rasca - quem nomeou a minha geração desta forma não sabia o que estava para vir. E hoje, da forma que as coisas estão, continuamos sem saber.

link do postPor costela de adão, às 23:25  para dizerem algo

14.3.08

Para não variar, hoje foi dia de greve da função pública. Mais uma. Para não variar, no que respeita à adesão, as já habituais discrepâncias entre os números do Governo e os números dos sindicatos. Para não variar, uma greve à 6ª feira. Por mais legítimos que sejam quer o direito à greve, quer os motivos para a mesma, não deixa de ser curioso que tantas greves tenham lugar à 6ª feira. Acho que assim é mais difícil levar as motivações da função pública a sério.

link do postPor costela de adão, às 23:37  o que se disse (1) para dizerem algo


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