Observações sobre tudo e sobre coisa nenhuma
18.4.11

Os níveis de intolerância não são iguais, há menos para uns do que para outros mas mesmo assim...

 

Jorge Gabriel e Manuel Luis Goucha (alto)

Os senhores que me desculpem, mas não consigo encontrar verdade nas palavras, expressões, gargalhadas. Soam-me sempre a algo "para inglês ver".

 

José Castelo-Branco (alto)

Não é bem uma personalidade da tv mas vão-se lembrando dele para tudo o que é reality-show. Porque nem todos são eu e muitos gostam da pessoa. Agora vai para a selva, OMG. Felizmente não faço planos de ver mais um programinha "vira o disco e toca o mesmo"da TVI.

 

Júlia Pinheiro (médio alto)

A minha tolerância tem descido à medida que, provavelmente, aumenta a sua popularidade. Desde que deixou o Jornalismo e se dedicou ao Entretenimento, tem sido sempre a perder (os meus) pontos.

 

Conceição Lino (moderado)

Outra personalidade que estava melhor no Jornalismo. Não só por isto, mas desde que a vi a dar o ok àquele rapaz que foi ao "Portugal Tem Talento" fazer uns passos de dança(?) com um fato de banho motivo "Vaca" comecei a duvidar. E os colegas deram o aval, também estiveram muito bem.

 

Silvia Alberto (moderado-baixo)

Tem os seus momentos. Há alguns anos estava pior, mas ainda tem às vezes um je ne sais quoi que aqui a moi n'aime pas.

Bem, só por me ter feito escrever qualquer coisa em francês, vai subir mais um pontinho, eh eh

 

Por agora está. Se entretanto aparecer mais alguma criatura televisiva a dar-me cabo da molécula falo um update do post.

 

 

sinto-me:
link do postPor costela de adão, às 19:44  para dizerem algo

11.3.11

Comecei a trabalhar poucos meses depois de terminar o curso. Não em algo relacionado com o curso - deveras teórico - que tirei mas, curiosamente, ou não, numa área para a qual também tinha habilitações e preparação, pois em tempos tirei um ano não sabático e fiz um curso teórico e prático numa área que nada tem a ver com a da minha formação unversitária. E foi este curso que me abriu a porta do mercado de trabalho. Dos colegas de universidade, do meu ano e posteriores, creio que se contam pelos dedos os que trabalham na área. Mas é assim connosco e com muitos outros. Hoje, trabalho em algo para que não me formei, aprendi fazendo, com algum jeito e gosto. E não me queixo. Não porque tenha que pensar em quem está pior (que também penso) mas porque estou satisfeita. Se calhar é mau, devia querer mais. Neste momento, dado o estado de incerteza e dificuldades, e por gostar do que faço, estou satisfeita. Infelizmente, sei que há quem procura e não consegue encontrar emprego; sei que há quem só queira trabalhar na sua área, mas há muitos que estão dispostos a encarar uma alternativa e não encontram; nem todos os desempregados têm curso superior, também é preciso lembrarmo-nos deles (não é só quem tem um curso superior que tem direito a queixar-se); acredito que há muitos que não queiram realmente trabalhar mas há tantos mais que querem e não  conseguem. Há de tudo. Chovem defesas e críticas ao movimento Geração à Rasca. Eu não condeno, sei que há quem procura, luta, envia cv's, bate às portas e leva negas e não consegue encontrar o mínimo de estabilidade e dignidade. Mas critico quem se queira aproveitar deste movimento para aparecer. Critico quem não quer trabalhar e se queixa que não tem dinheiro mas depois gasta o dos pais em saídas e copos.

Critico quem não se encontre à rasca mas que se inclua no mesmo saco dos que estão. E chegada a este ponto não compreendo muito bem que o Blogue de Esquerda da revista Sábado tenha convidado a autora de um dos blogs mais conhecidos deste nosso Portugal para escrever um texto sobre o assunto. Que ela escreve bem, é um facto, tem humor, ironia e sensibilidade (já o referi num post recente). Mas visitando o blog percebe-se que - felizmente - não está à rasca.  Talvez seja uma escolha da moda, mas se eu estivesse à rasca, talvez considerasse o convite, e o facto do mesmo ter sido aceite, um bocado ofensivo. Fica o texto.

 

Nota: Esta parte final não pretende ser nenhum ataque, apenas uma opinião. Comecei por manifestá-la na caixa de comentários do blog da Pipoca mas depois veifiquei que é preciso ter conta no google para comentar, e eu não tenho, optei por opinar aqui.

 

link do postPor costela de adão, às 20:52  o que se disse (2) para dizerem algo

5.2.10

E de Domingo em Domingo se chegou à recta final do Ídolos. Dos três concorrentes a vencedor passaram os dois que preferia. (dos 3, pois no conjunto gostava muito da Inês, embora tenha de admitir que não esteve tão bem nas galas como seria de esperar). O Carlos canta e dança bem, mas há qualquer coisa nele que às vezes é de tanto dramatismo que soa a falso, plástico (se é real, sorry). Dos 2 finalistas a Diana é claramente a minha preferida, a melhor voz, a mais versátil, a mais completa. Curioso que no início não era daquelas que me chamava a atenção mas à medida que as semanas passaram fui gostando cada vez mais das suas actuações. E a interpretação do "E Depois do Adeus" do Paulo de Carvalho até me arrepiou. Espero que ganhe, apesar das jovens adolescentes que torcem pelo Filipe.

 

 

 

 

sinto-me: cativada, crítica
música: Satisfaction dos Rolling Stones
link do postPor costela de adão, às 16:23  o que se disse (6) para dizerem algo

10.9.09

Não sei se costumam visitar as páginas dos orgãos de informação na net. Eu costumo passar por alguns sites, de jornais ou tv, e devo dizer que fico sempre fascinada com as caixas de comentários que por lá encontro. É sempre interessante verificar que temos pessoas muito "opinadeiras" neste país; seja qual fôr o assunto o que é preciso é opinar. A lamentar temos as faltas de sensatez, de conhecimentos da língua portuguesa, de educação e uns para os outros e até de... uma opinião séria.

 

 

sinto-me: como diz que disse?
link do postPor costela de adão, às 20:00  o que se disse (6) para dizerem algo


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