Observações sobre tudo e sobre coisa nenhuma
11.5.09

Gosto da música da campanha publicitária da água Vitalis mas não sei de quem é. Ou melhor, não sabia. Numa pesquisa no Google a 1ª referência foi para um blog cuja razão de existir (e que boa razão) é dar-nos a conhecer as músicas dos anúncios. E lá estava ela: chama-se Drowing Men e é de uma banda chamada Fanfarlo. O link já foi colocado na lista na secção Utilidades para quem tiver questões publicito-musicais.

 

 

sinto-me:
música: Drowing Men by Fanfarlo
link do postPor costela de adão, às 19:00  para dizerem algo

7.5.09

É frequente ver o Eduardo Madeira representar mulheres nos sketches d'Os Contemporâneos. No aspecto vocal costuma interpretá-las sempre com uma voz que se poderia considerar uma caricatura já que se situa muito próximo do esganiçado. Poderia, mas não pode. Estava hoje numa repartição de Finanças quando comecei a ouvir o Eduardo Madeira, ou melhor, uma senhora com a voz dele. Ou melhor, a voz feminina que ele usa. Olhem, o que é certo é que a imitação não tem nada de exagerado, porque eu, por momentos até duvidei se a senhora não seria o Madeira travestido!

 

                                             

sinto-me: senti-me duvidosa
link do postPor costela de adão, às 22:42  o que se disse (2) para dizerem algo

6.5.09

Sou uma pessoa de lágrima fácil. Emociono-me com reencontros, com alegrias dos meus, com alegrias - e também dores -  que não são minhas, filmes, vozes surpreendentes, músicas, etc etc. Voltando às músicas, há pouco estive a ouvir o "Restolho" da Mafalda Veiga. É uma música de que gosto muito e que me toca, principalmente o refrão. E há pouco, assim que a Mafaldinha começou a cantar, os olhos encheram-se de água. Não sei porquê, aconteceu. Fica aqui para quem quiser ouvir, ler e, quem sabe, emocionar-se.

 

 

sinto-me: Sensível
música: Restolho
link do postPor costela de adão, às 23:22  o que se disse (4) para dizerem algo

4.5.09

Vasco Granja faz parte do imaginário daqueles que terão hoje entre 30 e 40 anos, ou seja, aqueles cuja infância passou pelos anos 80. Ele e os filmes de animação "estranhos" com que nos brindava no tempo em que existiam apenas 2 canais de televisão. Eu gostava da Pantera Cor-de-Rosa mas não era grande apreciadora da animação de leste, grande parte da então Checoslováquia. Desapareceu aos 83 anos e deixará sempre um sorriso em cada um de nós ao lembrarmo-nos daquela figura de ar calmo e sereno que nos entrava pela casa adentro para nos dar a conhecer um mundo de animação mais alternativa. Que descanse em paz.

 

                                

 

 

sinto-me:
link do postPor costela de adão, às 22:13  o que se disse (2) para dizerem algo

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