Observações sobre tudo e sobre coisa nenhuma
3.11.10

Depois de quase um ano de espera desde a compra do bilhete, ontem fui mais o meu Adão ver Michael Bublé. E se eu acreditava que ía ser bom, devo dizer que foi muito muito bom, superou qualquer expectativa. Não sabia como era MB ao vivo, nunca vi um dvd de concerto. E de certa forma ainda bem, porque a surpresa foi para lá de boa. Além de ter uma voz, que se confirma grande e poderosa, é um show man, um entertainer nato. Conversa com o público, fala de si, conta piadas, brinca, tudo para nos tirar um sorriso e aproximar-se de nós. Conquistou o público em três tempos. E divertiu-se. Em relação às músicas, tendo tão vasta colecção, a escolha não sería fácil e claro que fica sempre qualquer coisa de fora. Gostava de ter ouvido "I'm Your Man" e "Sway". Não as cantou, mas cantou outras que não podiam faltar, "Cry Me a River", "Home", "Everything" e "You Don't Know Me". Adorei!

 

Também um comentário aos Naturally 7, um grupo vocal americano espectacular que fez a primeira parte do concerto. Só com vozes "tocaram" os mais variados instrumentos, foram brilhantes e ganharam o público que os aplaudiu de pé, preparando o Pavilhão Atlântico para o que viría a seguir. Uma boa escolha para primeira parte e um bom grupo para descobrir.

 

sinto-me: contente por ter ido
link do postPor costela de adão, às 11:36  o que se disse (4) para dizerem algo

Muitas vezes precisamos passear por cidades diferentes, que não as nossas, para perceber que as câmaras municipais padecem de um mesmo mal: sinalizam as vias públicas para quem lá vive, esquecendo que quem visita essas cidades precisa de uma ajudinha. Num país que se diz e quer virado para o turismo, de Norte a Sul, é lamentável ver a dificuldade que é saír de uma cidade sem fazer a mínima ideia por onde andamos, porque as únicas placas que se encontram são de locais da cidade que ao turista nada dizem. E tendo tido oportunidade de passar por diferentes locais, confirmo que o problema é geral e não apenas do sítio A, B ou C. Cá para mim, cada presidente de Câmara ou algum seu enviado da secção de trânsito/sinalização devia passar algum tempo numa localidade afastada das suas e tentarem orientar-se por lá. Depois faríam um relatório das dificuldades/falhas encontradas e isso sería colocado em prática. Aquilo que conhecemos não nos é estranho, aliás, é-nos óbvio. Não podemos é esquecer que se queremos que as nossas cidades sejam visitadas, é preciso orientar quem por elas passa.

 

(imagem encontrada aqui)
 
 
sinto-me: Às voltas
música: Around the World by Daft Punk
link do postPor costela de adão, às 10:45  para dizerem algo

Isto de uma pessoa calhar a estar por casa num dia útil, permite fazer zapping pelos canais de tv. Aterrei na SIC e descubro no "Companhia das Manhãs" (acho que ainda é este o nome) Cláudio Ramos e Ana Marques a debater com grande emoção notícias publicadas nas revistas de televisão. Sei que estas rubricas não são novas, quer na SIC, quer na TVI. O que me incomoda é pensar que estas pessoas têm conversas de café sobre televisão, na televisão e são pagas por isso. Coisa que todos nós, anónimos, fazemos, no café, no trabalho, na rua; coisa que não tem razão de ser ser retribuída monetariamente. E já agora, acho que pelo trabalho que fez na SIC, e bem, a Ana Marques merecia estar a fazer outro tipo de coisa. Porque este "trabalho" fazemos todos.

 

sinto-me: bah!
link do postPor costela de adão, às 09:59  para dizerem algo

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