Observações sobre tudo e sobre coisa nenhuma
29.8.11

Eu sei que existe uma curiosidade mórbida sobre o que acontece na vida das figuras públicas. À conta disso temos 3 revistas tipicamente cor-de-rosa e muitas outras com uns laivos dessa cor. Existem porque há público.

Há dias estava numa tabacaria, na fila para pagar, quando uma senhora que estava à minha frente se vira para a amiga " Olha, a Crsitina já perdoou o marido! A gente já vai ver!". Se a favor têm o facto de não terem saído da fila a correr para ler as últimas da novela Cristina Ferreira (que by the way deu entrevistas a toda e mais alguma publicação acerca da separação e de se ter enchido das traições do marido para nem passadas três semamas voltar a fazer capa com o perdão - facilitam, escancaram tudo e depois um dia lembram-se de pedir privacidade, quando elas é que abriram a porta para tudo. Haja paciência!).

Voltando às outras senhoras, são apenas um exemplo do quanto se vive e vibra com a vida não tão privada dos "famosos" , como se se tratasse de alguém do núcleo familiar ou amigos. Se calhar, estes a passar por situações idênticas, não seriam merecedores de tanta atenção.

 

sinto-me: com vontade de revirar olhos
link do postPor costela de adão, às 21:09  o que se disse (2) para dizerem algo

1.8.11

Para mim, um dos programas mais originais e interessantes dos últimos tempos, que terá causado estranheza a muita gente que ainda estará hoje a pensar se aquilo é uma espécie de big brother ou uma patetice pegada, sem perceber o humor, a ironia e inteligência que ali abundam. Terminou ontem, com a vitória do Roberto Leal. Nunca tinha achado grande piada a este nosso artista, no entanto, acho que a sua passagem por este programa, a exposição, o fair-play demonstrados foram para mim mais reveladores da pessoa que é do que a sua música. É desta forma que hoje posso dizer que o Roberto é fixe.

   

 

             

link do postPor costela de adão, às 20:27  o que se disse (1) para dizerem algo

Os "antigos" é que sabiam das coisas, com aquilo que se aprende na vida e não nos livros. O primeiro dia de agosto é revelador do ano/Inverno que vamos ter pela frente. A avaliar pela amostra de hoje, de Norte a sul, é melhor preparar as galochas, gabardine e guarda-chuva.

 

 

Nem de propósito, agora mesmo no telejornal, numa reportagem sobre o dia de hoje, apareceu um senhor de alguma respeitosa idade e lá se saíu com a máxima ""Primeiro de Agosto, Primeiro de Inverno", sempre foi assim".  Quem sabe, sabe!

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link do postPor costela de adão, às 20:02  o que se disse (1) para dizerem algo

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