Observações sobre tudo e sobre coisa nenhuma
11.10.09

O programa Ídolos está de regresso à SIC. Vi um bocado do primeiro programa no Domingo passado. E não sei se é de ter acabado de ver a 8ª edição do American Idol - e do facto de quando passaram as duas edições anteriores na SIC ainda não conhecer o original - , a verdade é que este ídolos em Portugal me lembra o parente mais pobre da família. Não estou a falar dos candidatos a artistas, bons, maus, cromos, cómicos, arrogantes, humildes, nervosos, confiantes, esses estão em todo o lado. Mas a postura do juri...não gostei. O Sr. Moura dos Santos, que no passado já tinha dado a conhecer o seu mau feitio e alguma má educação, já os voltou a mostrar, contrabalançado, apesar de tudo,  com alguns momentos mais light e simpáticos. O Simon Cowell, goste-se ou não do seu estilo, é único e qualquer tentativa de o imitar sai gorada. Não sei se por causa do Rock in Rio - será que o vencedor actua na próxima edição? - o elemento feminino do painél de jurados é a Roberta Medina. Discutível, se não fôr pelo motivo acima indicado e que não sei se corresponde à verdade. Os outros senhores, ambos com um nome estrangeiro mostram um ar de arrogância para co os concorrentes que mete dó. Como já conhecia o Sr. Boucherie Mendes de outros programas da SIC, confesso que me desiludiu um pouco a atitude a dar pró tio, mal educada (sempre ouvi dizer que é falta de educação amarrotar papéis na frente dos outros sem pedir licença - mas educação não vem com o nome) e demasiado altiva. Ainda agora o programa começou e espero que corra melhor, mas se continuar por este caminho vou desejar com muita força o regresso do American Idol à Fox Life. Porque um bom original é sempre melhor do que uma má cópia.

 

 

Update: Estou a acompanhar o 2ª programa e parece que para se ser cantor/a em Portugal não se pode usar óculos. O Sr. Mendes aconselhou uma miúda de 15 anos a tirar os óculos e usar lentes de contacto. Muito triste. O que será que o Rui Veloso pensa disto?!

 

E depois de terminar o 2º programa, mantenho a opinião. E o Sr. Mendes consegue ser mais desagradável do que o Sr. Santos. E também é bonito ver o juri a gozar à brava com os candidatos, fica-lhes muito bem o ar adolescente...

 

música: American Idol
sinto-me: desapontada
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6.10.09

Nunca tive muito interesse em acompanhar a série Gossip Girl quando passou há algum tempo no canal de cabo SET. Não calhou, via outras na Fox no mesmo horário. Pelos vistos agora estão a repeti-la e já vi 2 episódios. Do que percebo retrata a vida de adolescentes pertencentes à nata de Nova Iorque, das suas amizades, relações e ralações. Enfim, é uma série assim-assim (na minha opinião) que nos mostra - e talvez não seja ficção - como se comportam as famílias "de bem".Daí não entender a SIC vir anunciar para breve a sua estreia com a frase "a melhor série do momento". Como??! Acho que não é preciso procurar muito para encontrar algumas coisas bem melhorzinhas. Mas isto sou eu que penso e a minha opinião vale o que vale.

 

                                     

 

E já agora, alguém acredita que algum daqueles "adolescentes" tem 16 anos???

 

 

sinto-me: crítica de tv, séries
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12.8.09

Acompanho na Fox Life a 8ª série do American Idol. Enquanto cá ainda estão a saír os primeiros concorrentes nos Estados Unidos já acabou. E apesar de, ter ficado inadvertidamente a saber quem ganhou - andava a espreitar um outro blog - quebrando o efeito da surpresa e de ter mais expectativa em relação ao final, gosto de acompanhar para ver as actuações de todos, mas principalmente de 2 concorrentes: o Adam Lambert eo Danny Gokey. Muito diferentes entre si, são aqueles de que mais gosto. O primeiro faz oitos da voz, tem uma imagem alternativa e mexe-se muito bem em palco. O segundo tem uma das vozes mais características e identificáveis, logo, muito própria, aguenta bem as notas e apesar de uma imagem menos pop, tem um ar simpático. Quanto aos resultados finais, talvez muitos saibam, mas de qualquer forma, não os vou referir para não estragar a surpresa a alguém, à semelhança do que me aconteceu.

 

                         

 

 

sinto-me: musical
música: Genérico American Idol
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22.6.09

Eu gosto de ver séries de televisão. De umas gosto mais do que de outras, óbvio; outras não vejo. Mas mesmo nas séries de que gostamos há personagens de quem gostamos e outras que se conhecessemos na real life, íamos olhar de lado (eu ía!):

 

Seguem alguns exemplos de umas e de outras:

 

As NÃO

 

Temperance Brenan

O excesso de frieza racional e falta de emoção ou qualquer espécie de humanidade (na mesma proporção) fazem da Bones uma personagem um bocadinho antipática, o oposto do companheiro de aventuras Seeley Booth. Claro que a diferença de personalidade de ambos cria momentos de algum humor, mas se conhecesse esta pessoa não me parece que fosse gostar muito dela.

 

Rachel Green e Monica Geller

Gosto MUITO do Friends mas racionalmente falando/escrevendo (estilo T. Brennan) a Rachel é um bocado oca e a personalidade extremamente competitiva da Monica que tem que ser sempre a melhor...please! Mas obviamente que o facto de assim serem dá espaço para boas gargalhadas.

 

Gregory House - se o conhecesse não acho que fosse simpatizar com ele, mas é bom médico, porra! Cínico, azedo, antipático, mas bom médico. (não desgosto assim tanto dele...)

 

Esta aqui nem sei se é boa série, não vejo. Só a apresentação me faz blhac (sim, sim, um comentário muito maduro): é a Saving Grace - sinceramente, tanta estouvadice da tal da Grace até chateia. Se fico cansada com a apresentação, como ver um episódio inteiro?

 

 

As SIM 

 

Phoebe (Friends) e da sua "loucura";

Barb (As Novas Aventuras de Christine) com o seu sentido de humor cínico e ar rezingão que está lá para dizer umas verdades à amiga quando necessário;

Lily Rush (Casos Arquivados) - inteligente, sensível, perspicaz, corajosa

Addison Montegomery (Clínica Privada) - forte, decidida, humana

Chandler Bing - o Friend mais inteligente e com sentido de humor

 

 

 E tirando, até ao momento, a Holly de quem não gosto (não me lembro do sobrenome e não me apeteceu procurar na net), gosto das personagens da série Irmãos e Irmãs. Gosto muito desta série que combina momentos de drama com outros de humor - normalmente as reuniões familiares são propícias a ambos - e os personagens nem sempre são bons, nem sempre maus. São pessoas com defeitos, qualidades e fraquezas, forças, no fundo, como todos nós.

 

sinto-me: crítica
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22.5.09

Estou  aqui a ver o American Idol e quando uma das concorrentes diz que vai cantar o "Every Little Thing She Does is Magic" dos Police, na legenda lia-se algo como isto: "Sporting she does is magic"!!!! Será que quem faz estas traduções pensa que ninguém conhece as músicas? E que talo/a tradutor/a estudar um bocadinho quando não conhece do que se fala? Bastava procurar a discografia dos Police e rapidamente por associação de palavras e sons chegavam lá.

 

 

música: Every little thing she does is magic
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18.5.09

Ontem decorreu mais uma cerimónia de entrega dos Globos de Ouro da SIC. Apenas vi alguns momentos da passadeira vermelha, e uns 2 minutos do programa, e não consigo deixar de pensar que aquele aparato soa todo a plástico. Acho que querem dar a este evento a importância, pompa e circunstância dos Globos de Ouro - os verdadeiros, do cinema - ou quiçá de uma cerimónia de entrega dos Óscares. Não tem e não se pode comparar o incomparável. Não ponho em causa o mérito, valor, profissionalismo ou reconhecimento dos nomeados e vencedores nas mais diversas áreas. Apenas acho que não merece o que vi ontem naquela red carpet. Estes Globos nacionais são um evento promovido por um canal de televisão e por uma revista cor-de-rosa, e possibilita um programa de televisão. E é isso. Daí a querer ter o prestígio das cerimónias atrás referidas, já me parece querer dar uns passos bem maiores do que as pernas. Mas isto sou eu a pensar.

 

sinto-me:
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7.5.09

É frequente ver o Eduardo Madeira representar mulheres nos sketches d'Os Contemporâneos. No aspecto vocal costuma interpretá-las sempre com uma voz que se poderia considerar uma caricatura já que se situa muito próximo do esganiçado. Poderia, mas não pode. Estava hoje numa repartição de Finanças quando comecei a ouvir o Eduardo Madeira, ou melhor, uma senhora com a voz dele. Ou melhor, a voz feminina que ele usa. Olhem, o que é certo é que a imitação não tem nada de exagerado, porque eu, por momentos até duvidei se a senhora não seria o Madeira travestido!

 

                                             

sinto-me: senti-me duvidosa
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13.4.09

House, Perdidos, Prison Break, The Listener, Boston Legal, Anatomia de Grey, Clínica Privada, 24, Casos Arquivados, Betty Feia, Irmãos e Irmãs, O Mundo de Jim, Venha o que Vier, Seinfeld, Em Contacto, Family Guy, American Dad, Números, Monk, Tim em Nova Iorque, Dexter, Lipstick Jungle, O Amor no Alasca, Erva, Os Ricos, Sobrenatural, Californication, Donas de Casa Deseperadas, CSI, The Closer. E pronto, só assim, de repente, já são 30 séries. Já aqui escrevi um post sobre esta torrente de criatividade e imaginação que surgiu de há uns 6/7 anos a esta parte. Ficam 30 nomes para reforçar a ideia. Há para todos os gostos, impossível é vê-las todas.

 

 

link do postPor costela de adão, às 22:49  o que se disse (4) para dizerem algo

Gosto de ver programas sobre decorações e remodelações de casas. Gosto de ver as ideias e sugestões. Há alguns anos via um programa da BBC que não sei se ainda existe, "Changing Rooms". Tinha um conceito engraçado: 2 casais de vizinhos trocavam de casa e com a ajuda de um decorador trabalhavam na divisão que os outros pretendiam modificar.
No canal de cabo People and Arts existe o Extreme Makeover, em que uma equipa de designers e técnicos reconstrói a casa de uma família. Este programa tem uma vertente mais emotiva e social, visto que por regra, a família escolhida passou por alguma dificuldade, perda, ou são pessoas que com pouco, fazem muito pela sua comunidade. E depois temos a versão made in Portugal que é o "Querido, Mudei a Casa". E o programa não se compara aos anteriores. Não por ser melhor, nem sequer pior, mas por ser feito como se fosse mais do que um programa de televisão sobre remodelações. É feito, na maioria das vezes, por/para um bando de queques, tios e tias da capital com voz anasalada e muita pose. É do melhor é ver como as decoradoras, arquitecto e apresentadora querem mostrar muitas vezes que também trabalham e ajudam no projecto mas, meus amigos, com aquelas roupitas e bijuterias, ninguém acredita muito que sujem as mãos. Já no Extreme Makeover, além de vermos pessoas simples, sem manias, vemos pessoas trabalhadoras, que põem as mãos na massa e vestem-se a rigor para isso. No programa de ontem do "Querido..." vi pela primeira vez um pouco do espírito do Extreme Makeover: remodelaram todas as divisões de uma casa de campo muito degradada de uma família que sofreu a perda da filha. Além da casa, ainda criaram um jardim. O resultado final foi muito bonito. Só não acredito é que tenha sido desta que sujaram as mãos. Durante as gravações choveu muito e a decoradora, além de trazer um monte de colares ao pescoço, vestia umas calças brancas, que como se sabe, é a cor mais indicada para usar quando se faz obras em casa! Por favor, tirem-me deste filme, ou melhor, deste programa!!!
 
 
                                          
 
Pronto MC, já está aqui um novo post! :-) A gosma melhorou, mas o tempo piorou!
 
 
sinto-me: bocejante
música: Lost (Coldplay)
link do postPor costela de adão, às 22:04  o que se disse (3) para dizerem algo

1.4.09

A série de televisão Betty Feia – cuja 3ª série é transmitida pela Fox Life – terá certamente entre os seus objectivos fazer acreditar que tudo é possível quando acreditamos em nós e temos valor, seja qual fôr a nossa origem, e no caso, imagem. Até aí, tudo bem. As capacidades de uma pessoa não estão escritas na cara, nem no sítio onde vivemos nem na roupa que vestimos. No entanto, não será um bocadinho demais acreditar que uma criatura que se apresenta como a Betty Suarez da série trabalhe numa revista de Moda? Apesar de ser uma gaijita, sou pouco ligada ao mundo dos trapos. Mas não concebo que queiram que acreditemos que a personagem, ao fim deste tempo todo, se continue a apresentar ao serviço naqueles preparos! No início, ainda se percebe, mas agora já me parece demais. Estilo próprio é uma coisa, mau gosto é outra completamente diferente!

 

                                                        

 

 

sinto-me:
link do postPor costela de adão, às 16:56  o que se disse (1) para dizerem algo

17.2.09

Há uns bons anos o cinema imperava sobre as séries de televisão. Quando eu era mais petite também existiam boas séries mas depois houve uma ruptura no stock de criatividade e séries de jeito era coisa escassa. Por outro lado, o cinema reinava e ser actor/actriz neste suporte era considerado superior  a trabalhar em televisão. No entanto, desde há alguns anos a esta parte deu-se a mudança. O stock de criatividade foi reabastecido (se calhar em excesso) e os anos de marasmo televisivo deram lugar a novas - e boas - séries em catadupa: CSI (continuo a preferir o Las Vegas acima dos outros), House, Casos Arquivados (Cold Case), The Closer, O Amor no Alasca, Foi Assim que Aconteceu, Números, Tal Mãe, Tal Filha (Gilmore Girls), Anatomia de Grey, Irmãos e Irmãs, Betty Feia, Nunca Chove em Filadélfia, etc etc. E hoje não é raro ver actores de cinema a participar em séries de tv, seja como personagens principais ou como convidados. There's something about television...(or tv authors)

  

                                     

link do postPor costela de adão, às 22:37  para dizerem algo

12.2.09

"Monk" é uma série que em tempos foi transmitida na TVI e actualmente passa no canal de cabo FX. Adrian Monk é um  detective que sofre de um distúrbio obsessivo compulsivo extremo. Entre outras coisas, tem rotinas muito certas, repete gestos, tem a mania das limpezas e fobias diversas. Acredito que todos temos, de certa forma, uma ou outra à Monk. Há algum tempo apercebi-me de uma minha da qual em tantos anos não tinha tomado consciência: começo sempre por calçar a meia esquerda ou vestir a perna esquerda das calças...já tentei começar pela direita mas tenho sempre a sensação de que qualquer coisa está mal e preciso começar pela esquerda. Quando me apercebi disto lembrei-me de quando em tempos dei uma ajuda num evento de moda. A minha tarefa e a de outras pessoas consistia em ajudar a vestir e a calçar uma modelo que nos estava atribuída (já agora devo dizer que a tarefa era fascinante - NOT). A rapariga que ajudei pedia sempre para lhe calçar primeiro o sapato esquerdo; na altura pensei "deve ser alguma superstição". Muitas vezes precisamos passar pelas coisas para as percebermos e agora, alguns anos passados desde esse evento, chego à conclusão de que a superstição da rapariga era, afinal, uma monkice. E que eu também as tenho!

 

link do postPor costela de adão, às 23:03  o que se disse (2) para dizerem algo

11.2.09

Estou a ler "O Traficante de Armas", um romance da autoria de Hugh Laurie, o actor inglês que interpreta o médico mais ácido da televisão, Gregory House. Se eu não soubesse que este livro foi escrito antes da existência da série, dizia que tinha sido escrito por House himself. O livro é narrado na primeira pessoa pelo personagem principal, um indivíduo tão sarcástico e cínico que não consigo dissociar da imagem do personagem de tv.

 

                                               

link do postPor costela de adão, às 22:14  o que se disse (1) para dizerem algo

16.10.08

Vi pouco da primeira série quando era transmitida aos Domingos. A segunda temporada começou a ser transmitida às 5ªs feiras e tenho acompanhado um pouco mais. Gosto do humor, há um personagem regular do Nuno Lopes que é muito bom. Agora também tem entrevistas de rua para saber a opinião dos portugueses sobre diversos temas da actualidade. No programa de hoje um dos temas é o leite chinês e temos um compatriota a dizer algo como isto "nem gosto da comida. nem gosto muito deles, têm os olhos muito fechados." Hein?! Como diz que disse?

link do postPor costela de adão, às 22:50  para dizerem algo

9.9.08

A RTP tem um programa de entretenimento - emite ao Sábado e creio que está a repeti-lo durante a semana -  cujo título se encontra escrito acima. É um programa  com um conceito muito engraçado. Vive do improviso e conta semanalmente com a participação de quatro convidados das mais diversas áreas, incluindo actores. É engraçado ver como se desenrascam os convidados numa situação para a qual não têm guião (apenas reservado aos actores residentes do programa, que também vão improvisando de acordo com a réplica que lhes é dada). Alguns terão mais jeito do que outros mas na maioria das vezes o resultado é bastante cómico. Fica aqui um aperitivo.

 

 

 

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